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Média de consumo

Post atualizado

A Volkswagen Saveiro já está em avaliação  no Teste dos 100 Dias e aproveitamos esta primeira semana para tirar sua média de consumo de combustível. Em nove dias a picape trafegou por 562 km (dos quais 140 km foram em rodovias em descida e subida de serra com carga na caçamba e ar-condicionado ligado) e consumiu 86,9 litros de etanol, o que resulta em um consumo médio de 6,5 km/l.

Como base de comparação, a Peugeot Hoggar (motor 1.6 16V), que trafegou 76,1% do teste por rodovias, realizou consumo médio de 9,5 km/l, a Strada (motor 1.8 16V), que passou 63,8% da avaliação em rodovias, gastou em média 7,3 km/l, enquanto a Montana, que por 59% de seus percursos esteve em rodovias, atingiu 8 km/l. Ainda realizaremos ao menos mais uma medição do modelo da VW. Confira abaixo os números.

Percurso

Cidade: 422 km (75,1%)

Estrada: 140km (24,9%)

Total: 562 km

Consumo médio: 6,5 km/l

Caros leitores,

Nesta segunda-feira (17) publicamos que o consumo médio da Saveiro em nove dias foi de 10,4 km/l. Todavia, um reabastecimento foi realizado e não documentado no diário de bordo. Após descobrirmos o número que estava faltando (33 litros), a média de consumo da picape da Volkswagen foi diminuído para 6,5 km/l.

Pedimos desculpa pelo mal entendido.

Consumo Final – Hoggar

A trajetória da Peugeot Hoggar chegou ao fim e, como de costume, realizamos uma aferição do consumo da picape nos 20 dias de teste. Depois de rodar mais na estrada que na cidade, ela marcou 9,5 km/l em nossas medições, sempre com etanol no tanque.

Como base de comparação, a Strada, que tem motor 1.8 (a Hoggar conta com um 1.6 16V), gastou 7,3 km/l. Todavia, o utilitário da Peugeot rodou muito mais em rodovias, se compararmos com a picape da Fiat. Veja abaixo o balanço final da Hoggar:

Percurso

Cidade: 690 km (23,9%)

Estrada: 2.201 km (76,1%)

Total: 2.891 km

Consumo médio: 9,5 km/l

Maratona com a Hoggar

54º, 55º e 56º dias

Percorri nada menos que 1.123 km em estradas com a Peugeot Hoggar durante este fim de semana, distância suficiente para descobrir diversos pontos positivos e negativos da picape francesa. Curiosamente, também surgiu uma dúvida ao fim da viagem; não sei se realmente trefeguei por toda esta quilometragem.

Deixe-me explicar: segui meu pai em sua TR4 durante todo o trajeto e o velocímetro da Hoggar indicava, na maior parte do tempo, velocidade que o “velinho” na minha frente não costuma a trafegar. Após andar a um tempo com o ponteiro indicando quase 130 km/h, fiz contato por rádio com o veículo da frente: “’cê’ tá andando a quanto?”, perguntei. “Estou a 120 km/h, normal. Porquê?”, foi a resposta que obtive. Em outro momento, durante uma descida, o distraido motorista que me guiava e chegou a 130 km/h, enquanto a Hoggar já começava a superar os 140 km/h em seu painel.   E de fato, quando fui pesquisar o erro do velocímetro da picape francesa em nosso banco de dados, notei que a discrepância é acima da média: enquanto o painel indica 120 km/h, a velocidade real é de 108.2 km/h.

Otimista, velocímetro da Hoggar indica velocidade acima da real

Otimista, velocímetro da Hoggar indica velocidade acima da real

O resultado desta discrepância de velocidade também foi averiguado no fim da viagem: após um total de 15 horas de estrada (ida e volta de Juiz de Fora), a Hoggar indicava 1.123 km percorridos em seu painel, 58 km a mais que o veículo que segui rigorosamente durante todo o percurso.

Consumo

Durante todo trajeto estive acompanhado no veículo por meu irmão. A primeira aferição de consumo foi realizada após percorrer 181 km pela rodovia Ayrton Senna e Dutra. Neste caso digo que a média foi afetada por conta dos pedágios. Enquanto o veículo que seguia possui o Sem Parar, eu tinha que parar todas as vezes, esperar a fila andar, realizar o pagamento e depois suar a camisa para manter contato visual com o guia do caminho. Nesta situação a picape realizou consumo médio de 9,5 km/l, exatamente o mesmo que obtive andando sozinho e com o pé leve como uma pena na Fiat Strada.

A segunda parcial foi medida em situação “tensa”, pois trafeguem em vias simples, com trânsito moderado e realizei diversas ultrapassagens.  E aqui vai uma característica pessoal; não costumo ficar medindo o acelerador na hora de ultrapassar veículos em vias simples, especialmente quando esta se encontra movimentada.  Quanto menos tempo me mantiver na contra-mão, mais seguro, então acabo exigindo  rendimento máximo do motor sem me preocupar. Nesta situação, após 371 km, a picape Francesa registrou consumo médio de 8,9 km/l.

Na volta para São Paulo acabei sendo prejudicado por fortes temporais na estrada, com direito a árvores sendo derrubadas e tudo mais. Em alguns momentos tive que ligar o ar-condicionado para manter o vidro desembaçado, mas com a via livre e sem diversas ultrapassagens necessárias, o consumo melhorou para 10,6 km/l.

Peugeot Hoggar enfrentou chuva forte mo trajeto

Peugeot Hoggar enfrentou chuva forte no trajeto

De volta à rodovia Dutra e Ayrton Senna, mais chuva. Com o Ar-condicionado ligado por aproximadamente 50% do tempo e trafegando no limite de velocidade permitido, a picape realizou consumo médio de 10,2 km/l.

A Hoggar se encontra precisamente no meio termo entre a Fiat Strada e a Chevrolet Montana em termos de consumo de combustível e desempenho.  Ela não acelera ou retoma velocidade tão rapidamente quanto a Strada, mas é muito superior que a Montana neste quesito, enquanto seu consumo de combustível é maior que o da Montana (realizei 11,2 km/l) e inferior que o da Strada (9,5 km/l em minha melhor medição). É o acerto que mais me agradou.

Que vacilo, Peugeot

Se a relação “custo-desempenho” da Hoggar agrada, não posso dizer o mesmo da parte de conveniência da picape. Já citei a questão dos freios com ABS e, durante a viagem, me irritei com o sistema de som que não oferece qualquer tipo de entrada auxiliar. Não é minha intenção ficar dando alfinetada na Peugeot (ou em qualquer marca), mas existe veículo que custa quase a metade do preço da Hoggar Escapade e oferece a tecnologia como opcional. Qual é a justificativa?

Ao menos nos testes que realizei a Hoggar me mostrou ser um bom produto, porém, não tenho interesse por veículos cuja própria marca não se preocupa em manter atualizado. Outra característica que incomodou durante o trajeto foi o calor do motor, que invade a cabine e embaça os vidros com facilidade.

No mais, a Hoggar é mais macia que a Strada e não é molenga como a Montana. Com ótimo nível de estabilidade, a picapezinha contorna curvas sem hesitar, e só não é mais confortável por conta dos bancos. É uma pena ver um veículo que tem tanto potencial ser mal cuidado pela marca.

Consumo final – Montana

A trajetória da Montana chega ao fim e, como de costume, chega a hora de aferir a média de consumo da picape nos 20 dias de teste. Depois de rodar mais na estrada que na cidade, ela marcou 8 km/l sempre com etanol no tanque.

Como base de comparação, a Strada, que tem motor 1.8 (a Montana conta com um 1.4), gastou 7,3 km/l e rodou até um pouco mais em rodovias que o utilitário da Chevrolet (clique aqui para conferir os números do modelo da Fiat). Veja abaixo o balanço final da Montana:

Percurso

Cidade: 950 km (40,7%)

Estrada: 1.387 km (59,3%)

Total: 2.337 km

Consumo médio: 8 km/l

Segundo olhar

22º Dia

Não ando tendo muita sorte no trânsito paulistano (a combinação de chuva + Salão do Automóvel + F1 deve ter algum efeito na cidade) para conseguir tirar uma média de consumo de combustível justa com a Montana.

Desta vez, com um pouco menos de trânsito, a picape da Chevrolet realizou 6,3  km/l. Não é um valor muito animador, uma vez que o propulsor não gera muita potência e torque, mas ainda não foi uma medição-padrão. De qualquer forma, se o leitor trafegar em trânsito pesado, já é possível ter uma idéia da sede da picape.

Um fator que chamou a atenção na chuva que presenciei nos últimos dias foi o barulho da água batendo no teto: parece que não há isolamento e que a chapa de metal é fina, tamanha a barulheira que ecoa dentro da cabine por conta das gotas.

No interior, gosto da iluminação azul e o modo como ela se acende e apaga progressivamente, sem ser aquele típico “black out”. Todavia, não gosto do design do painel de instrumentos, com conta-giros que vai para baixo. A caçamba conta com uma luz auxiliar para ajudar a manejar carga em locais escuro, um detalhe interessante e útil.

RPM que vai de cima para baixo causa estranhamento em um primeiro momento

Conforme comentei anteriormente, a Montana oferece bastante espaço interno e opções para que o motorista se acomode (volante e banco possuem regulagem de altura), mas neste segundo dia, notei que a picape herdou o volante torto (meu braço esquerdo fica um pouco mais esticado que o direito quando posiciono uma mão em cada lado do volante) e pedais desalinhados (para a direita) do Agile. Em viagens longas, o posicionamento pode ser cansativo.

Puxada para direita

Enquanto subia a rampa inclinada de uma garagem, acelerei a Montana e, enquanto o giro do motor foi elevado, o volante, que não estava muito firme em minhas mãos, guinou violentamente para a direita. Com o susto que levei após corrigir a trajetória, parei o carro no meio da subida e desci de ré para ver se havia algo de errado com a picape. Os pneus estavam aparentemente iguais, nada aparentou estar errado com a suspensão, abri o capô e nada parecia estar anormal…

Subi novamente a rampa e ao acelerar mais forte, senti o volante puxar para a direita com força novamente. Repeti o teste em pista plana (em 1ª marcha) e a puxada do volante, apesar de sensivelmente mais discreta e com menor força, tornou a acontecer.

Já dirigi carros preparados que apresentavam esta mesma característica na hora que o torque e a potência eram despejados no asfalto, mas considero muito estranho uma Montana apresentar este comportamento “indomável”. Talvez seja o caso de visitar uma concessionária. Por acaso, algum dos leitores que possui um Agile ou a nova picape notou este comportamento?

No mais, o câmbio com relação de marchas curtas agrada por ajudar na elasticidade do motor, que por sua vez, não é muito ruidoso. A suspensão da Montana é  macia e oferece conforto sem ser molenga. Boas características para uso urbano.

PS: No próximo post trarei uma medição de consumo de combustível em ciclo rodoviário.

Montana entra em campo

21º Dia

É chegada a hora da nova Chevrolet Montana estrear no Teste dos 100 dias. É a partir deste momento que esta avaliação deve tornar-se mais interessante, pois poderemos começar a comparar os veículos.

Vista de fora, a Montana chama atenção por conta do seu visual derivado do Agile. Por onde passei neste primeiro dia, a Montana torceu pescoços na rua e ganhou elogio de frentistas e outros motoristas. Particularmente, assim como minha namorada (que apelidou a picapinha carinhosamente de “Mestre Yoda”), o design interno e externo da Montana não me agradam, mas isso não muda o fato de que a novidade da Chevrolet carrega consigo diversas virtudes. A começar pela cabine, onde pude me acomodar com facilidade e bastante conforto em comparação com a Fiat Strada.

Sentado no banco do motorista, minha cabeça fica longe do teto, tenho um bom campo de visão e meu corpo é bem abrigado pelos bancos. Nem se compara à picape da Fiat. Outra coisa que agradou é a boa maciez da direção e da embreagem. Em um primeiro momento, só não fiquei mais animado com o interior da Montana por conta da falta da cabine estendida, como na Strada; o espaço atrás do bancos é praticamente nulo, embora umas mochilas ainda caibam ali.

Na hora de dirigir, a Montana apresentou detalhes que agradaram no convívio do dia-a-dia.  A suspensão da picape Chevrolet trabalha em silêncio e maior maciez que a rival italiana (embora não estejamos pensando em robustez do conjunto neste momento), passando bom conforto para os ocupantes.  O sistema de som reproduz música com boa qualidade e o motor 1.4, (embora deixe saudades do 1.8 16V E.torQ em termos de desempenho), é silencioso.

Para cidade, a motorização da Montana é “suficiente” e não mais que isso. O cambio possui relações de marchas tão curtas que a 90 km/h o propulsor 1.4 gira a 3.000 rpm em 5ª marcha. Em um determinado momento, em uma rua plana, selecionei a 4ª marcha a 30 km/h (!) e a picapezinha manteve a aceleração suave e linear. É um bom escalonamento se você deseja transportar carga, porém, ele também deixa aparente os limites do propulsor.

Consumo

Entre a sexta-feira e este sábado, peguei trânsito tão pesado que demorei nada menos que quatro horas para trafegar 42 km (média de 10,5 km/h). Ainda fiquei ligando, desligando e manobrando a picape para a seção de fotos que está aqui no post, o que eleva consideravelmente o consumo de combustível. E mesmo assim a novidade da GM apontou média de 5,7 km/l na hora de reabastecer. Nada mal dadas as circunstâncias severas em que trafeguei.

Neste primeiro contato a Montana agradou nos quesitos básicos. No próximo post tentarei realizar outra média de consumo de combustível e comentarei mais detalhadamente sobre o convívio com a picape. Até lá!

Gato por Lebre? Não

14º e 15º Dias

Passei os últimos 2 dias realizando uma viagem de 557 km para  conhecer o comportamento da  Fiat Strada em rodovias e estradas de terra.  Coloquei à prova o sobrenome Adventure do modelo e o resultado foi positivo. Mas antes, vamos falar do início da viagem, ainda em vias pavimentadas.

Saí de São Paulo na madrugada do sábado e a primeira coisa que me chamou atenção, enquanto ainda estava na rua de casa e com o sistema de som desligado, foi o barulho do combustível chacoalhando dentro do tanque. É um som relativamente alto e um tanto incômodo. Um isolamento acústico de melhor qualidade seria bem vindo.

Na Rodovia Ayrton Senna, trafegando entre 110 km/h e 120 km/h, a Strada manteve a boa disposição e agilidade que presenciei na cidade; ela acelera e retoma velocidade com vigor, em minha opinião. Uma surpresa agradável na estrada foi comportamento dinâmico da picape da Fiat: ela é estável e sua traseira não é extremamente leve, o que torna a sua dirigibilidade parecida com a de um veículo comum. Gostei bastante.

Segui pela rodovia Aytron Senna até chegar na Dutra e, quando fui reabastecer a Strada para tirar uma média de consumo de combustível, meu ânimo diminuiu um pouco. Apesar de estar levando bagagem para escalada e acampamento, dirigi sempre com os vidros fechados, ar-condicinado desligado e o pé leve como uma pena no acelerador para tentar fazer uma boa média de consumo. E não deu certo. Na bomba, a média obtida foi apenas 9,5 km/l.Desanima, mas pelo menos o desempenho é bom.

Outro fator que agradou é o bom espaço para bagagem atrás dos bancos. Neste compartimento consegui alojar sem qualquer esforço uma barraca, saco de dormir, isolante térmico, kit de primeiros socorros, 3 mochilas pequenas, tripé, 20 metros de corda de escalada, alguns sacos de super mercado e outros pequenos itens. E ainda havia lugar para empilhar mais coisas, se fosse necessário.

Nas estradas de terra a picape da Fiat foi bem e combinou com sua proposta. A suspensão com longo curso, como havia comentado anteriormente, faz a diferença para superar obstáculos, mesmo em trilhas leves, local que a Adventure deve circular sem contra-indicações. Os pneus aderem bem no asfalto e vão muito bem na terra. Em subidas com pedra soltas, é só acelerar gentilmente que eles se encarregam de achar tração e manter a subida.

Em apenas um momento utilizei o sistema Locker na estrada em que trafegava, mas o utilizei por pura “vontade”.  Como a situação em que estava não era de perda de tração extrema, era apenas retornar e utilizar um pouco de embalo para superar o obstáculo.  A Adventure foi muito bem na estrada de terra leve que trafeguei.

Na hora de retornar para São Paulo, peguei um legítimo dilúvio com ventos laterais, mas a Strada manteve a compostura. De um modo geral, o comportamento da picape foi ótimo.

O detalhe que estragou o passeio foi a já comentada posição de dirigir, especialmente com o espelho retrovisor no meu campo de visão. Como a estrada de terra em que circulava era cheia de curvas fechadas, me abaixei tanto para fugir do ponto cego que estou com dor no pescoço hoje (sem exageros). O problema do posicionamento do espelho e o porta óculos – que bati a cabeça duas vezes em solavancos de buracos – são as duas maiores falhas deste projeto antigo, em minha opinião.

Apesar de gostar da flexibilidade, desempenho e bom comportamento da Strada, não colocaria este carro em minha garagem. Não é possível optar, no meu caso, por um veículo em que eu tenha que me abaixar para ver se não vou atropelar alguém ou atingir um obstáculo que está logo à minha frente.

Strada na cidade

2º Dia

Para começar este post, acredito ser interessante esclarecer para os leitores um pequeno ponto sobre a suspensão da Strada Adventure: embora eu tenha questionado o conforto do modelo, não nego sua aptidão off-road e a robustez do conjunto.

Já tive oportunidade de testar a Strada em pistas off-road a convite da própria Fiat e sei que a suspensão deste veículo possui curso incomumente longo, mas também não há como negar que a concepção com feixe de molas não permite muito conforto ao rodar, especialmente se compararmos com as concorrentes. Mas não nos adiantemos nas comparações. Por ora, foquemos na Strada.

No dia a dia

Trafeguei 60 km com a Strada Adventure neste último dia e a percepção que tive é que o motor 1.8 16V E.torQ é sensivelmente mais silencioso que o antigo 1.8 oriundo da parceria Fiat/GM, embora ele ainda seja mais ruidoso que o E.torQ 1.6 16V. De qualquer forma, é um avanço.

O foco de minha atenção na picape Fiat foi o consumo de combustível ao trafegar em trânsito urbano e com o pé leve. Embora o computador de bordo tenha registrado médias de 6,8 km/l e 7,4 km/l nas medições que realizei, a movimentação frenética do ponteiro de combustível sugere consumo de etanol bem superior.

Durante minha estadia com o modelo nestes últimos dois dias, a Strada  consumiu cerca de 1/4 de tanque de combustível para cada 60km rodados, sem exageros. Se o marcador for muito preciso (e o tanque não estiver furado) e levarmos em conta que o reservatório de combustível possui 58 litros, a Strada estaria fazendo média de 4,1 km/l com etanol. Não faz sentido. Especialmente se considerarmos que trafego pela vias expressas, que tendem a diminuir o consumo.

Creio que o marcador de combustível está equivocado em suas indicações. De qualquer forma, estou curioso para ver primeira a média de consumo, que será fechada na semana que vem.

Outro fator que chama a atenção na Strada é o grande diâmetro de giro, que exige do motorista diversas manobras para estacionar em locais apertados. No mais, nada na picape chamou a atenção.

Estilo aventureiro

O estilo da linha Adventure da Fiat é assunto para horas de discussão em mesas de bar,  fila do banco, encontro com o vizinho no elevador… Basicamente em todos os cantos. Combine com seu gosto ou não, é fato que a Strada Adventure, no caso, dá o que falar.

Particularmente, não me agrada a grande quantidade de plástico (ela é a mais ”plastificada” entre as concorrentes) e a grade cromada da dianteira da picape Adventure da Fiat. Durante a seção de fotos, notei pela primeira vez, com calma, a traseira do modelo, parte que achei feia. Mas isso, caro leitor, é apenas uma questão de gosto. Não há pontos negativos ou positivos aqui.