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96 e 97º Dias

Câmbio automatizado vale a pena?

Tinha planejado uma visita a um sitio de um amigo, a fim de também avaliar mais o comportamento da Meriva, mas acabei sendo convidado para uma missão aqui em São Paulo e não consegui andar o tanto que queria.

Acabei rodando muito pouco, na verdade, fui até o autodromo de Interlagos e voltei, em um total de 40 km, no modo automático.

Em relação ao câmbio, sempre fui meio contra esse sistema automatizado e ainda tenho muitas restrições em relação a ele. Compará-lo com um cãmbio automático, mesmo os mais antigos de 4 marchas, é injusto. As trocas são um tanto atrapalhadas e lentas, trazendo um pouco de desconforto. Essa sensação negativa é sentida ainda mais quando se está andando de forma mais rápida e ágil — quando são necessárias diversas mudanças de marcha a fim de se obter torque. No entanto, devo destacar a qualidade desse sistema quando o trânsito está bem carregado. Andando de forma suave ou no anda e para, ele funciona a contento e traz bastante conforto em relação ao câmbio manual. Ainda não é perfeito, mas deve melhorar com o passar dos anos. Talvez eu ainda não teria um, porque acabaria andando a maior parte do tempo no modo manual e, para isso, fico com um câmbio mecânico mesmo.

As suspensões tem uma calibragem bem macia e voltada para o conforto, com isso, o carro é um tanto estável em velocidades mais altas ou em curvas feitas mais fortes. Longe de ser inseguro, mas uma calibragem mais firme viria bem.

Postado em Custo/benefício, Suspensão

2 comentários

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  1. Azim said

    Achei meio sem sentido o comentário “acabaria andando a maior parte do tempo no modo manual e, para isso, fico com um câmbio mecânico mesmo.”

    Só o conforto de não ter o pedal de embreagem já poderia ser considerado vantagem sobre o mecânico.

  2. Câmbio com TIL é fogo!

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